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Experiência Sunalizer: geração de energia solar sem crise

Bombardeado pelas notícias que apresentavam as maravilhas da tecnologia solar e seduzido pela possibilidade de economia e autonomia de gerar sua própria energia, o médico Fernando Bortolato Faria decidiu ter o sistema em sua casa, em Bonfim Paulista (SP).


Sem dúvida, a decisão foi sábia e acertada – afinal, as promessas foram cumpridas.

Contudo, o que as muitas notícias falharam em contar para o Fernando é que, embora compensador, o processo para instalar o sistema solar fotovoltaico não é simples.

“Busquei a energia solar como uma possibilidade de economia e pela ideia de gerar minha própria energia. Então procurei informações online, mas era uma quantidade muito grande”, lembra o médico, que, graças à amizade com uma pessoa que já havia passado por isso, conheceu a Sunalizer.

Ele conta que, com a assessoria da empresa, foi possível entender melhor os detalhes e tomar decisões com mais segurança. “A equipe foi extremamente prestativa e me deixou mais tranquilo na contratação da empresa responsável pela instalação do meu sistema, assessorando com a parte técnica e também com a pesquisa de mercado, me mostrando o que compensava mais, tinha melhor custo-benefício”.

Por meio da pesquisa completa realizada pela Sunalizer, o projeto realizado teve as seguintes características:

  • Potência instalada (kWp): 5,94

  • Potência dos painéis: 330W

  • Geração anual (kWp): 8.676

  • Economia anual: R$6.940

  • Economia em 20 anos: R$646.473,85

Entre a procura por informações e o início da operação do sistema, foram cerca de seis meses.

Demora

O relato de Fernando sobre a experiência revela que as principais dificuldades durante o processo aconteceram em dois momentos:

  • importação do equipamento pelo prestador de serviço;

  • e burocracia da CPFL (concessionária de energia).

Em ambos, o desajuste traduziu-se em demora - motivo pelo qual o sistema tardou quase meio ano para estar funcionando. “A justificativa, no caso dos equipamentos, foi aumento da demanda no Brasil, que gerou escassez. Mas acho que nossa legislação poderia incentivar o setor por meio da redução de impostos no que tange à energia fotovoltaica. Já a burocracia da CPFL, não sei se é necessária da forma que é feita”, relata.

Palavra do especialista

Atuando há 15 anos em projetos de energia renovável, Diego Loureiro, presidente da Sunalizer, já conhece bem os motivos que levam a esses problemas.

“Referente aos equipamentos, é um problema que varia de fornecedor para fornecedor. Mas a minha percepção no caso do Fernando foi que faltou organização da empresa contratada – inclusive porque, durante todo o processo, solicitamos informações de onde estava a carga e a empresa não soube responder com precisão”.

Essa situação exemplifica como a assessoria diminui o trabalho do cliente, uma vez que ele não precisa se preocupar com a cobrança a fim de garantir que a instalação aconteça no prazo previsto em contrato. “Inclusive, em alguns casos, o instalador fica sujeito à multa”, adverte Diego.

Quanto à situação com a CPFL, o presidente da Sunalizer afirma que, infelizmente, a burocracia se repete com as diferentes distribuidoras.

“São atrasos para aprovação dos projetos, devido à alta demanda no mercado – situação que acredito que ainda tende a piorar caso a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) não tome medidas para destravar o processo, fazendo com que as distribuidoras cumpram os prazos previstos na regulamentação”.

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