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Como funciona o sistema solar híbrido?


Sendo uma alternativa em expansão em todo o mundo, essa tecnologia ainda está fora do Brasil devido à falta de um marco regulatório. Mas quais são seus benefícios?


Sabemos muito bem que, dependendo da necessidade energética de um imóvel, 100% dela pode ser abastecida por um sistema solar. Em alguns casos, a produção de energia a partir da incidência solar é tão grande, que acaba “sobrando”. Sendo assim, o que acontece com esse excedente?


Aqui no Brasil, aquilo que é produzido pelos painéis solares, mas não é consumido pela própria fonte geradora, é disponibilizado para a rede elétrica e transformado em crédito. Ou seja, não é possível guardar o excedente. Mas quando for necessário usar mais que o produzido, o usuário tem direito a reaver a quantia diretamente da rede de distribuição.


É assim que funciona por aqui, diante das regras e leis estabelecidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).


Contudo, já existe outra alternativa, a qual, inclusive, está crescendo rapidamente devido aos benefícios que oferece: o sistema solar híbrido.


Distribuição e armazenamento


O que é o sistema solar híbrido?


É o sistema de produção de energia solar que, entre seus componentes, conta com um conjunto de baterias. Assim, graças a ele, é possível armazenar a energia não consumida, a qual poderá ser usada quando não houver produção – durante a noite, por exemplo, ou em uma possível falha da rede de distribuição (como um blecaute).


As baterias, contudo, são complementares no sistema, já que ele (assim como acontece nos convencionais) também é conectado à rede de distribuição da concessionária local.


Talvez, para ficar ainda mais claro, podemos falar em “inversor hibrido”, uma vez esse é componente do sistema responsável por transformar a energia do sol em elétrica e liberá-la para uso. Quando convencional, o inversor libera apenas para a rede; mas, nesse caso, o resultado da transformação alimenta tanto a rede, quanto as baterias.


Então vale a pena?


Antes de dar essa resposta, é válido esclarecer: os sistemas solares híbridos ainda não estão disponíveis no Brasil.


A regulação do setor de energia solar caminha a passos curtos no país e, em relação à possibilidade do uso de baterias, ainda não há regras definidas. Sendo assim, não é autorizado pelo governo.


Dito isso, se e quando puder ser colocado em prática, será que o sistema é uma boa solução?


Sem dúvida, ele é uma forma eficiente de controlar produção/distribuição, dando mais autonomia e segurança a quem produz. Afinal, se a rede falha, você conta com as baterias – e vice-versa.


Essa alternativa pode representar ainda mais economia na conta de luz – já que o usuário pode se tornar independente da concessionária de energia se assim preferir (talvez seja essa a principal razão na demora nas negociações de uma regulação no setor...)


Ainda assim, o principal benefício acaba sendo a proteção contra intempéries, como mau tempo ou grande demanda noturna. Pense, por exemplo, em negócios que exigem refrigeração ou aparelhos ligados 24 horas por dia, sete dias por semana... qualquer possível falta de energia representa prejuízo. Mas se o conjunto solar possuir baterias, a energia acumulada estará lá para “salvar o dia”.


Infelizmente, como já dissemos, não é (ainda) uma tecnologia disponível para brasileiros. Entretanto, é sempre bom estar bem informado sobre as novidades da energia solar. Com sorte, logo será possível pensar em aplicar esse modelo imóveis e negócios.


Mas, independentemente do sistema híbrido, a energia solar é quase sempre uma decisão acertada!


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